O negócio é vício

Voltei a andar de skate tem pouco tempo, em que pese a afirmação da minha biografia aqui no blog. Tem uns 5 anos que voltei, ou seja, é menos do que eu gostaria.

É aí que mora a definição que deu origem ao título dessa entrada!

Apesar do pouco tempo eu acho que posso dizer que estou viciado nesse negócio. Todos os dias eu quero dar um rolé, e tô sempre na fissura de pisar no carrinho e sair brincando.

O negócio é lúdico mesmo: o prazer é muito grande, e quando a gente anda fica igual criança com o brinquedo. É brinquedo mesmo. Quando começa não dá vontade de parar, e tá sempre querendo mais um pouco.

Eu tô num ritmo louco nos últimos dias: tô de mudança, e aí tô o tempo todo levando coisas do endereço antigo para o novo e arrumando tempo para comprar umas coisinhas que estão faltando no apartamento novo. Mesmo assim não tem como deixar de dar um rolé. Sempre se arruma um tempinho, nem que seja como hoje.

Saí pra comprar uns parafusos e outras coisas numa loja de ferragens. Estava lá e na hora que o atendente teve que sair para procurar uma peça qualquer lembrei que meu skate estava faltando uma arruela de segurança para evitar que o eixo desmonte (como o que aconteceu naquele meu tombão que tenho contado a história por aqui). Na mesma hora fui ao carro buscar o skate para mostrar para o vendedor de maneira que ele pudesse ver se tem a tal arruela.

Lógico que depois de pegar o carrinho fui em cima dele do estacionamento até a loja!

Foram alguns segundos andando no carrinho, mas o suficiente para pelo menos enganar a fissura.

Claro que mais tarde eu fui para o Parque da Cidade, onde dei um rolé de responsa pra matar mesmo a vontade, mas isso é outra história!