História do SK8 em Brasília

O skate chegou em Brasília No começo da década de setenta. Acho que uma das primeiras pessoas a andar de skate por aqui foi o Edmir Carneirinho.

Edmir chegou em Brasília nessa época vindo do Rio de Janeiro, onde praticava o surf. Aqui chegando a maneira que encontrou para substituir o esporte preferido foi justamente andar de skate na quadra onde foi morar. Nas palavras dele:

O Terry que tirou o segundo lugar na categoria sênior era o verdadeiro coroa da época: enquanto maioria das pessoas que andavam no carrinho tinham não mais que quinze anos, ele já tinha mais de vinte, sendo assim, de longe, o mais velho da galera.

E pensar que continuo a andar com mais de cinquenta, e sei de gente com mais de setenta que continua firme e forte em cima de quatro rodinhas!

Ídolos do skate

Tem algumas pessoas em quem me inspiro para continuar a andar de skate. São pessoas que, se considerarmos os padrões usuais de quem não deveria andar no carrinho, já deveriam ter parado com o esporte há muito tempo. Mesmo assim continuam, no mínimo servindo para coroas como eu continuarem a andar e se divertir muito com cada um dos drops.

Um deles é o Victor Earhart, que já tem mais de 70 anos e continua em cima do skate, até profissionalmente. É contratado pela Sector9, onde a principal função dele é talvez andar de skate!

Victor falando sobre sua vida com o skate


Agora o cara está bombando no downhill

Outro é o Lloyd Kahn, que começou a andar aos 65 anos de idade para ajudar o filho a vencer um problema com drogas, e gostou tanto que continua andando. No filme abaixo ele estava com 74 anos e mostra intimidade com o carrinho.


Não é que o cara manda bem?

Um terceiro é o Bill Dorr, que também começou a andar numa idade que muita gente já parou, aos 50. Ele não anda mais, mas continua sendo patrocinado por uma empresa relacionada ao skate.

E, pra terminar esse artigo, um dos papas do Downhill Slide, Cliff Coleman. O cara foi o criador do estilo, e além de skatista se amarra num io-iô. Aqui ele inclusive mostra umas “manobras” no io-iô:


Esse é fera meeeeeesmo