Rolé com aula

Ontem após sair do trabalho resolvi fazer uma coisa que quase nunca faço:

Fui andar de skate!! HEHEHEHEHE

Bom, isso não é novidade, já que quase todo dia eu vou andar de carrinho.

A novidade foi que depois de muito tempo indo ao parque sem encontrar ninguém dos LongBrothers eu encontrei com o André Corujito. Demos uma volta no parque batendo papo, ruma boa parte do tempo nós trocamos de skate.

Caraca, aquele Loaded dele com rodas Orangatang é muuuuuuuuito bom. O shape é bem flexível, e com isso o skate responde de um jeito muito bom às cavadas. Além do shape, as rodas também dão uma bela sensação, já que agarram no chão de uma maneira que fica até fácil fazer as curvas bem feitas.

Mas o mais legal do rolé nem foi isso. Depois de andar um bocado, na hora em que me separei do André, ele me deu um toque a respeito da maneira que eu estava colocando os pés em cima do skate.

Hoje de manhã fui dar um pequeno rolé e aproveitei para testar o que ele me disse. E não é que ele estava com razão? A partir do momento que eu alterei minha base, as cavadas ficaram com mais energia, fazendo com que o skate pegue mais velocidade.

Muito bom! Agora é só me acostumar com essa nova base.

Rolé de hoje

O rolé de hoje foi muito legal!

Saí de casa o mais cedo que consegui e fui para o Parque. Lá estacionei o carro no lugar de sempre, no estacionamento 10.

Já comecei meio chateado, pois na mesma hora que dei a primeira remada já bateu a sede! Era umas 9 e meia, e os dias têm estado um tanto quanto secos. Assim, é só começar a fazer qualquer esforço que a sede vem com tudo. E não é que eu tinha esquecido o Camel Bak em casa!!!!!!

Meleca!

Bom, depois de dar menos de uma volta no parque já estava com uma sede que me fez parar pra tomar água, no bebedouro que fica perto do quiosque do atleta.

É, andar de skate sem ter água, depois que a gente se acostuma a ter o tempo todo, é muito chato.

No final das contas o prazer de dar um rolé por mais de uma hora e meia e meia foi compensador. Andei muito, cansei bastante, suei um bocado, e voltei para casa satisfeito. Como sempre o rolé no parque da Cidade foi bom o suficiente.

Tô vivo!

Segunda feira saí do trabalho um pouco mais cedo que de costume, pois um amigo me pediu uma ajuda e fui ao escritório dele ver o que poderia fazer. Demorei o mínimo possível, porque não queria demorar para ir ao pico que me atrai todos os dias de semana.

Saí rapidinho do tal escritório do meu amigo, e, como de costume, fui ao Parque da Cidade para o rolé diário de sk8. Tudo muito bom, o rolé foi muito legal, também como de costume.

Estacionei no lugar de sempre, e logo de cara fui dar uma volta passando pela administração do parque, como também é comum eu fazer. Estava tudo muito bem, e eu, talvez devido ao tempo que tive que ficar sem andar no carrinho, já estava começando a pensar em parar quando cheguei na ponte dos Longbrothers.

Ali resolvi que já tinha muito tempo que não ia ao drop que tem perto do ringue de patinação, onde é possível pegar uma velô legal. Antes de chegar lá estava dando umas cavadas quando o inesperado aconteceu!

Ao dar uma cavada com força para a direita o sk8 travou e eu voei. Fui direto pro chão, caindo com o cotovelo arrastando. Ainda bem que tenho andado equipado, porque se não estivesse com cotoveleiras iria machucar muito o lado direito. Olhei pra trás pra ver o que tinha acontecido ao skate e vi as molas do truck dianteiro rolando pelo chão. Não entendi nada.

A cena engraçada aconteceu aí, quando duas moças passaram e perguntaram se eu havia machucado, e eu respondi que só o orgulho estava ferido. Levantei e peguei o skate, que estava com o truck desmontado e vi o que aconteceu: o parafuso que prende o eixo à base do truck quebrou!!!!!! Caraca! Um parafuso de aço temperado de mais de 5 mm de diâmetro quebrar!!!!!

Bom, juntei meus trapos e voltei a pé para o carro, numa boa por não ter machucado nada. Cheguei em casa e vi que o parafuso reserva que tinha está espanado, ou seja, tive que colocar um truck Independent que tenho pra não ficar sem o carrinho. Agora vou ter que andar piano, pois perdi o costume com trucks de modelo tradicional, como é esse Independent. Mas pelo menos vou poder andar de novo sem ficar esperando por um parafuso novo ou um novo par de trucks.

E acho que vou comprar um par de trucks diferentes, pois esse, depois de dois tombões com a mesma causa (truck da frente quebrar) tá me deixando meio desconfiado com esses trucks da Seismic. Mandei um email para a empresa, mas ainda não responderam. Vamos ver o que vão falar.

Rolezão de final de semana

Esse final de semana foi muito massa! Rolé tanto no sábado como no domingo, dando para diminuir quase a zero a fissura.

No sábado eu saí de casa de manhã para fazer um monte de coisas, sem pensar que seria possível o rolé. Como terminei antes do esperado, fui ao parque para um rolezinho básico, que ninguém é de ferro.

Foram quase 8km andando forte, a não ser no final, quando, já cansado, fiquei só na manha, bem light. Não encontrei com ninguém dos LongBrothers para levar um papo, o que seria interessante para dar uma descansada e continuar no rolé. Mas foi muito bom.

Saí do parque e resolvi dar uma chegada no Museu da República, onde gosto de ir muito de vez em quando. Lá encontrei a Michelle e o Lucas, e além do rolé o papo foi muito legal. Depois de um tempo a Carol chegou, e ficou só no papo. No domingo encontrei com ela no Eixão (daqui a pouco vou comentar sobre o domingo), ela disse que eles ficaram no museu até quase 11 da noite. Não era muito mais que meio dia quando saí de lá.

Pois é, o sábado foi massa!!!

O domingão começou cedo. Antes das 8 eu já estava de pé, pensando em sair de casa para o rolé no Eixão. Mas, como estava meio que frio, resolvi esperar um pouco e acabei indo pra lá por volta das 9:30.

Quando cheguei no Eixão fui direto dar o primeiro e em seguida o segundo drop. Matei de cara a fissura, mas não a vontade mais suave.

Parei um pouco para levar um papo com alguém dos LongBrothers que não me lembro agora, e a partir daí fiquei naquela de drop, subida da ladeira, um pouquinho de papo. Levei o resto da manhã nessa, que maneira muito agradável, e quando vi já era quase uma da tarde: mais de duas horas e meia andando de skate!

Bom demais!

Serviu inclusive para me deixar tranquilo o resto da semana que, com certeza por causa da viagem (estou escrevendo isso no Rio e não trouxe o carrinho), vai ser sem skate.

Mas sábado e domingo que vem tem mais.

O negócio é vício

Voltei a andar de skate tem pouco tempo, em que pese a afirmação da minha biografia aqui no blog. Tem uns 5 anos que voltei, ou seja, é menos do que eu gostaria.

É aí que mora a definição que deu origem ao título dessa entrada!

Apesar do pouco tempo eu acho que posso dizer que estou viciado nesse negócio. Todos os dias eu quero dar um rolé, e tô sempre na fissura de pisar no carrinho e sair brincando.

O negócio é lúdico mesmo: o prazer é muito grande, e quando a gente anda fica igual criança com o brinquedo. É brinquedo mesmo. Quando começa não dá vontade de parar, e tá sempre querendo mais um pouco.

Eu tô num ritmo louco nos últimos dias: tô de mudança, e aí tô o tempo todo levando coisas do endereço antigo para o novo e arrumando tempo para comprar umas coisinhas que estão faltando no apartamento novo. Mesmo assim não tem como deixar de dar um rolé. Sempre se arruma um tempinho, nem que seja como hoje.

Saí pra comprar uns parafusos e outras coisas numa loja de ferragens. Estava lá e na hora que o atendente teve que sair para procurar uma peça qualquer lembrei que meu skate estava faltando uma arruela de segurança para evitar que o eixo desmonte (como o que aconteceu naquele meu tombão que tenho contado a história por aqui). Na mesma hora fui ao carro buscar o skate para mostrar para o vendedor de maneira que ele pudesse ver se tem a tal arruela.

Lógico que depois de pegar o carrinho fui em cima dele do estacionamento até a loja!

Foram alguns segundos andando no carrinho, mas o suficiente para pelo menos enganar a fissura.

Claro que mais tarde eu fui para o Parque da Cidade, onde dei um rolé de responsa pra matar mesmo a vontade, mas isso é outra história!