Um dia ainda vou andar bem nessa coisa!

17/11/2015 07:46
Categorias: Rolés | Bowl | Águas Claras

Vou ser repetitivo, mas mesmo assim: tenho me visto cada vez mais entusiasmado com andar de skate em um bowl.

Conheço mais de uma pessoa que não considera a pista de Águas Claras como sendo um bowl. Afinal, o vert dessa pista é pequeno, e muita gente acha que pra ser bowl tem que ter vert.

Pra poder ver como é, nada como esse photo sphere de dentro do bowl. Essa coisa do Google Maps é muito legal, e esse aí poderia estar melhor. Vou tentar fazer outro qualquer dia desses.

Esse vídeo é uma compilação de alguns dias nos últimos seis meses. Evoluindo devagar, mas evoluindo. De vez em quando o rolé não está bom, não sai legal, mas em geral me divirto muito. Mesmo nos dias que não são bons.

Pra mim o prazer de subir na transições, carvear pelas paredes é o que vale. Ainda estou aprendendo como fazer um monte de coisas, e tenho sentido falta de andar na mini rampa, que dá uma base legal.

Pra mim o prazer de subir na transições, carvear pelas paredes é o que vale. Ainda estou aprendendo como fazer um monte de coisas, e tenho sentido falta de andar na mini rampa, que dá uma base legal.

Big Day Out 2

Lá se vão pouco mais de cinco anos desde que aconteceu esse campeonato aqui em Brasília, quando gente muito boa no skate veio. O local, o Jardim Botânico, foi muito legal, e a vibe estava demais. Tirei algumas fotos, mesmo antes do campeonato, durante a montagem da pista. Era um bowl de madeira, que ficou aquém do desejado pelos organizadores/construtores, mas que mesmo assim ficou muito bom.

No dia 01 de outubro de 2009 fomos lá pra montar, montagem que continuou no dia 02, e só terminou de fato pouco antes do campeonato começar, já no dia 3.

Esse é um pequeno registro do que aconteceu, na verdade muito menor que tudo que estava rolando.

Boas lembranças.

Esse post é sobre o Big Day Out 2, que tirei um monte de fotos, mas não deu pra publicar por enquanto. Outro evento que teve que foi a mesma galera que fez foi o Big Day Out, que foi na casa do Neto, na mini rampa que ele tinha lá. Um pequeno vídeo que fiz:

Big Day Out na casa do Neto

E quando voltar a andar depois do tombo?

Duas semanas atrás levei um tombão que deve ter sido absurdamente engraçado de assistir. Na verdade nem foi um tombo, mas uma trombada contra uma grade! Até já comentei sobre isso, e coloquei uma foto do estrago no braço, que levou a uma tala por cinco dias.

Resultado de um drop desastrado, consequência de um vacilo!

Com isso fiquei parado por quase uma semana, pra conseguir recuperar os estragos. Foi até bom, pra descansar também as pernas que já estavam meio que prejudicadas com o tanto de skate durante umas três semanas seguidas.

Final de semana chegou, retirei a tala, e lá fui eu pra pista de Águas Claras. Andei bastante, mas como sempre, saí com a vontade de ficar mais, mesmo completamente cansado.

Na segunda-feira fui, novamente, ter a aula de mini rampa. Num primeiro momento foi superar o cagaço que sempre dá depois de uma vaca. Tranquilo, pratiquei um bocado, comecei com umas tentativas de manobras novas, até que chegou a hora de voltar pra micro rampa pra dropar novamente. E foram vários drops, mas nenhum sem a ajuda do Maninho. Não estava conseguindo colocar a base no lugar, e todas as vezes errava um pouquinho, seja colocando o peso no tail, ou então colocando o peso no nose. Nenhum tombo na rampa, e estava mesmo fazendo o carving depois da micro rampa pra começar o pêndulo na mini rampa. Quase tudo rolando redondo.

Até que, sempre um vacilo, depois de um drop, carveei, subi a mini rampa um pouco fora da base, então resolvi abortar. Só que, em vez de sair de cima do skate com os dois pés, ou então, não tão certo mas melhor do que aquilo que fiz, tirar primeiro o pé do nose, saí de cima com o pé do tail. Ou seja, o nose continuou andando, e com isso minha perna abriu um bocado e caí com o joelho no chão.

Joelho no chão é mals! Quase sempre! Já faz mais de uma semana e ainda dói, e nesse tempo tive que ficar parado, pois senão podia até piorar. Hoje vou ver, ao final do dia de trabalho, se vai ser possível um rolezinho só pra matar a vontade, mas mesmo se for não será vertical. Estou pensando em ir ao parque da cidade para uma volta com o longboard. Até vai ser bom pra voltar ao long, que já faz um tempinho que não ando.

Veremos.

Começando

06/04/2015 23:05
Categorias: Rolés | Radical Livre

Primeira vez de muitas!!!!! Depois de muitas tentativas, finalmente consegui um drop sem precisar da ajuda de ninguém.

Como já escrevi aqui, depois da inauguração da pista de skate em Águas Claras eu não parei de ir lá. O rolé daquele tipo de pista é exatamente o que sempre quis no skate, mas nunca tinha tido a oportunidade de tentar, pela falta de uma delas com a qualidade que tem Águas Claras tem. E olha que já vi muita gente, que conhece de skate muito mais que eu, reclamando da pista, e dizendo que ela está bem longe de ser pelo menos boa!

Nesse tempo meu desempenho na pista tem melhorado, mas muito aquém do desejado. Isso acontece porque muito do que tenho conseguido vem de tentativa e erro, assim como de macetes que me são passados por colegas que encontro na pista quando vou lá, e também, nos últimos tempos, devido à melhoria proporcionada por aulas dedicadas.

Já tinha falado isso também, estou me repetindo!

Aí, há pouco tempo aconteceu uma coisa na aula que na hora que ficar mais enraizada nas minhas ações, vai melhorar absurdamente o meu desempenho.

Consegui dropar sem ajuda nanhuma, na nano rampa (minúscula rampa de treinamento que o Maninho tem lá na Radical Livre), e foram duas vezes consecutivas. É fácil, e quem consegue pode até achar besta um artigo aqui no blog só por conta disso. Mas a primeira vez é bom demais!!!

O Maninho até colocou a câmera pra filmar:

Uma semana depois fui eu pra aula de novo, e consegui vários drops numa boa. Até que, por vacilo completo, dropei sem preparar antes, e o resultado foi um pouco drástico:

Resultado de um drop desastrado, consequência de um vacilo!

Mas vamos que vamos, porque skate é arte e cair faz parte!

Aprender e evoluir

Como já coloquei aqui algumas vezes, logo depois do banks de Águas Claras ter sido construído, eu comecei a andar lá, meio que realizando um pequeno sonho de adolescência. Naquela époda, quando a galera se reunia pra ver as fotos da Skateboarder Magazine e via os feras da grigolândia andando nas piscinas secas, todo mundo ficava babando com muita vontade.

Esse sonho só começou a se realizar quando eu vi pela primeira vez a pista que foi construída. Na mesma hora eu pensei em andar ali, mas nesse primeiro dia não encarei. Mas, assim que pude fui tentar.

Virou rotina!

Agora, sempre que posso dou uma passada em Águas Claras pra tentar um pequeno rolé!

Com essa brincadeira, tenho evoluído um bocado, conseguindo chegar bem mais próximo do coping que conseguia há pouco menos de um ano, quando andei pela primeira vez lá. Mesmo assim, a evolução é lenta, pois não dá pra arriscar muito (não tenho mais idade pra ficar arriscando, e não tenho o menor interesse em me machucar).

Já estava, há algum tempo, pensando em pegar umas aulas pra ver alguns macetes de como fazer melhor. Cheguei até a tentar, mas a coisa não ia pra frente! Fui na mini-rampa do Previdenciários, na Radical Livre Skate Escola, e tive umas duas ou três aulas com o Maninho. Só que foram tão espaçadas, e tão sem previsão de continuidade que ele nem cobrou. Até essa semana!

De maneira a me obrigar a fazer a coisa pelo menos constante, eu resolvi me comprometer de uma maneira diferente: fui à escola e já levei a grana pra pagar por um mês. Aí, por pelo menos quatro semanas, eu vou me obrigar a ir lá na escola pra aprender os macetes necessários pra um rolé mais consistente, e uma evolução mais segura.

O primeiro dia foi legal até pra ver que o fato de ter uma certa constância nas idas à pista foi produtivo, pois consegui ficar no vai e vem da mini-rampa de maneira muito mais suave e tranquila. E pensar que nem fakie eu conseguia há bem pouco tempo!

Além disso o Maninho me falou umas dicas que foram boas. No dia seguinte à ida à mini-rampa fui de novo na pista, e consegui uma linha mais fluida que estava conseguindo.

Evoluindo!!! Sempre!