Carrinho novo

Há algum tempo estou querendo escrever o que comecei agora! É sobre um skate novo que estreei nesse último domingo.

Meu skate é muito bom, com um conjunto legal de rodas, rolamentos, trucks, e shape.

As rodas são da Seismic, modelo Speed Vent, bem macias (dureza 76a) e com um diâmetro razoavelmente grande. São absurdamente boas para speed, segurando o carrinho no chão o tempo inteiro. Só não são tão boas para una coisa que não é muito minha praia, que são os slides.

Os rolamentos são Bones Reds, que ganhei do Yndyo, depois que passei para ele um jogo de rodas Road Rider das antigas, que estava parado lá em casa e que ele colocou no museu particular dele. Para meu uso são absolutamente perfeitas, sendo rápidas o suficiente, sem nenhum exagero.

Os trucks também são da Seismic. São de 155 mm e têm uma geometria doida, com duas molas em vez de amortecedores de uretano. O truck que é usado no nose do skate tem o ângulo de rolagem de 30º, e o de trás de 45º. Parece que ssaíram de linha, pois não aparecem mais nem no site da Seismic. Parece um pouco com os trucks de carveboard, e funcionam bem demais. Para terminar, o shape: um Gravity Burning Spear, de 35 polegadas.

Quase perfeito o skate!

Bom, aí apareceu uma oportunidade que eu não estava esperando. Um grande amigo americano veio passar férias aqui em Brasília, e antes de vir me perguntou o que eu gostaria que ele trouxesse. Pensei um bocado e pesquisei na internet para ver o que gostaria. Cheguei à conclusão que apesar de querer, um skate completo iria ficar muito chato pra cara trazer. Então deixei o shape para lá e continuei a pesquisa só para rodas, rolamentos e trucks.

As rodas foi fácil. Apesar de gostar muito das Seimic Speed Vent já fazia tempo que estava querendo experimentar as rodas Orangatang In Heat. Com um diâmetro muito legal (75mm) e uma dureza entre macia e média (80a) são rodas boas para downhill, velocidade e servem também para slide. Não sou muito fã de slide, mas tem hora que é necessário.

Os rolamentos ficaram nos Bones, mas dessa vez o modelo foi um pouco melhor que os anteriores: vi que o preço dos SuperReds, que são um pouco mais rápidos que os Bones Reds, sem ser os absurdos que são os cerâmicos.

Já para os trucks resolvi partir para a tentativa de uma coisa que eu já tinha usado e tinha gostado muito. Mas ao mesmo tempo não tinha certeza que iria me adaptar. Vi um Original S8, que têm a largura de 200 mm, e vêm com a mola mole.

Mandei para meu amigo os links para os produtos e pouco depois ele mem manda um email dizendo que os mesmos chegariam na casa dele no dia seguinte. Já comecei a procura por um shape que fosse tão bom quanto o Gravity. Acabei encontrando um Cush de 40 pol. que não é tão bom, mas é o suficiente. As fotos do bicho montado estão aí:

A loja onde comprei colocou um adesivo que não gostei. Tirei e ficou aquele buraco branco no lado direito do shape, perto do truck da frente.

O shape no formato pintail é clean e muito bom!

A solução para o adesivo faltando: colocar outro adesivo, dessa vez um mais legal. Depois eu fiz a borda com uma caneta preta e ficou bem mais legal.

O primeiro rolé, no Eixão Norte foi muuuuito legal! Eu mesmo tava falando que estava igual a pinto no lixo, e aí a Thaís dos LongBrothers me disse que eu estava com a cara de menino que acabou de ganhar a primeira bicicleta.

O Eixão é realmente meu pico preferido

Eu tento andar de skate todos os dias, mas muitas vezes não é possível. Já escrevi aqui antes a respeito dos meus rolés durante a semana, que saio do trabalho e vou direto para o Parque da Cidade.

Não tenho como negar que gosto demais de ir para o parque, e só deixo de ir em duas situações: quando chove ou quando tenho que buscar a Júlia na escola. Hoje mesmo eu consegui sair do trabalho mais cedo que o normal, e fui direto pro parque. Cheguei lá cerca de 17:30, e fiquei até as 19:00, andando no carrinho o tempo todo. Foi muito bom! O dia estava bonito, com um sol legal, uma temperatura agradável, na hora que cheguei ao parque não havia ainda muita gente, etc. Foi bom demais mesmo!

Mas este não é, de maneira nenhuma, meu rolé preferido!

Os drops no Eixão norte, aos domingos ou feriados é que ocupam o primeiro lugar na lista de preferências. Pelo menos atualmente.

No Eixão sempre encontro com uma porção de amigos que conheci por conta do carrinho, o que traz mais satisfação ao rolé. E estes amigos sempre compartilhamento um bom papo na hora de subir a ladeira, depois do drop.

A gente costuma brincar que vai pedir ao governo a construção de um teleférico para facilitar a subida, mas acho que no fim das contas a subida batendo papo é fundamental para o prazer do dia de FAROFUN dos LongBrothers. Além disso, é muito legal a quantidade de pessoas que levam câmeras de fotografia ou de vídeo para lá, permitindo o registro de muitas imagens e cenas legais.

Domingo passado um desses amigos estava com uma câmera e, sem que eu soubesse, começou o drop junto comigo e foi filmando a descida. Como a câmera estava na mão, e não em um pole ou presa ao skate, a imagens ficaram um pouco tremidas. Mesmo assim ficaram muito bacanas.

Espero poder colocar outros pequenos vídeos aqui, pois estou combinando com uns amigos fazer outras filmagens.

Carveboard

Já faz algum tempo que foi publicado esse artigo, mas só hoje eu vi. Interessante, mas depois vou falar sobre uma pequena coisa que não concordo:

Muito legal, a não ser pela “tradução” de dropar! Dropar, na gíria do surf é começar a pegar a onda, ou seja, ficar em pé sobre a prancha e descer a parede dela. Ou seja, é uma neologismo que vem diretamente da palavra em inglês: cair!

Quando se começa a surfar uma onda ou começa a descer uma ladeira em cima de um carrinho a gente BOTA PRA BAIXO!!!!!!!!!!!

Muita vontade e pouca ação

As chuvas começaram em Brasilia. Com isso os rolés ficaram mais raros.

Nesta última semana quase não consegui andar no carrinho. Com isso a fissura está ficando grande.

O normal pra mim é sair do trabalho e ir pro rolé no parque da Cidade. Quase todo dia consigo fazer isso, e isso trás uma sensação de bem estar muito grande. Afinal, o relaxamento proporcionado por umas duas voltas no parque suando às bicas é muito grande.

Isso se repetia até a semana passada!

As chuvas vieram, e com elas a dificuldade de ir pro rolé aumentaram. Domingão, que é o dia que mais ando, nem consegui sair de casa direito. A quantidade de água caindo do céu foi impressionante.

Se eu fosse adepto do mountain board eu poderia tentar dar uns drops nos picos que existem na cidade. Mas a idéia de andar num carrinho com os pés presos não me agrada muito.

Então fico na vontade, esperando que amanhã de manhã a chuva dê uma folga. E eu possa ir dar o meu rolé sossegado.

Sobre pistas de skate

Uma coisa que tem despertado a atenção da galera do sk8 de Brasilia Ra possibilidade de uma pista com nível de qualidade internacional aqui na cidade.

Com certeza isso é importante, e, dentro do possível eu tenho participado dessas discussões.

Como eu já tinha um interesse grande messe assunto, eu tinha recolhido na internet uma porção de projetos de pistas. Alguns destes projetos são para pistas pequenas, que poderiam ser consideradas aquilo que no exterior tem sido chamados de skate spots. Nessa brincadeira acabei coletando um monte desses projetos, que passei para o pessoal da Federação de Skate do Distrito Federal e Entorno para servir de inspiração para a pista de Brasília.

Acho que dos projetos que entreguei para eles o que mais gosto é esse

Depois eu coloco aqui outros projetos que apresentei, e se possível, tentarei fazer uma página onde terá uma enquete pra ver que é considerada a melhor pelos poucos leitores desse blog.