A construção de uma pista de skate pública é uma coisa bem difícil. Além de convencer o poder público da necessidade, ou mesmo da oportunidade de se construir uma pista, a questão do projeto é também complicada!
Aqui em Brasília as duas primeiras partes já foram conseguidas, mas, devido à eleição que está para acontecer, existe a possibilidade de tudo voltar à estaca zero. Mas vamos pensar positivo, e imaginar que vai dar tudo certo. O que vem por aí é absolutamente fantástico!
Planta em 3D do Brasilia Skate Plaza
Área do Brasília Skate Plaza onde estão os bowls
Praça Central, própria para a prática de freestyle e street
Área com obstáculos pequenos, próprios para o aprendizado do esporte
A Ladeira ficará ao lado de todo o Brasília Skate Plaza, com 305 metros para a galera do longboard
Na Arena Street os streeteiros terão degraus, caixas, pirâmides, corrimãos, rampas e uma mini-rampa para poder andar à vontade
Outra perspectiva da área própria para a prática do street
Quando estiver pronto vai ser um paraíso em pleno Distrito Federal, pronto para ser usado por todas as tribos do skate!
No sábado fui cedo pra pista de Águas Claras, onde encontrei o Caveira e o Pangella! O Caveira estava com a filha, e pouco depois de eu chegar foi embora. Ele sempre chega muito cedo, e consequentemente sai cedo também.
O Pangella ficou comigo batendo papo e dando uns rolés suaves, pois ainda está se recuperando da lesão nas costas. No meio do rolé pedi ao Pangella que me filmasse e ele fez dois pequenos vídeos do meu drop. Um deles ainda não tenho, e justamente o que acho que ficou melhor: acabou num tombão bacana! O filme que tenho também ficou legal:
Ele também tirou umas fotos que ficaram legais:
Sempre tem um pouco de social durante o rolé
Como eu não faço o drop a partir do coping da pista, o rolé começa de baixo, o mais alto possível
Até consigo ir mais alto que isso, mas ainda não chego no coping
Nessa última foto estou quase que no máximo que consigo ir na transição. Nesse dia estava mais baixo que o normal pois a pista está com um buraco que me fez ficar com receio do tombão!
Essa semana não estou conseguindo nada de carrinho! E nem tenho porque reclamar. Estamos no começo da semana ainda, e estou tendo compromissos que não posso adiar, e que estão acontecendo na mesma hora em que costumo ir para o rolé!
Bom, o rolé é muito importante, mas nada que me faça ficar chateado por que não acontece por um motivo ou outro. Lógico que quando tenho oportunidade pra ir curtir o “vôo” em cima de quatro rodas a satisfação do dia aumenta um pouco.
Assim como com outras atividades que gosto de fazer, né?
Hoje, se tudo der certo, estou pretendendo ir ao bowl de Águas Claras pra um pouco de sk8 na veia!!! Se acontecer eu vou atualizar esse post com pelo menos uma foto.
Acho que já escrevi isso aqui, mas vai de novo: pouco depois de começar a andar de skate, isso nos idos dos anos 70 do século passado, eu e meus amigos conseguíamos revistas americanas sobre o esporte e ficávamos vendo as fotos e querendo fazer as mesmas coisas que os ídolos de então faziam. Ou melhor, o que achávamos que eles faziam. Afinal, eram fotos, então não dava pra ter certeza como eram as manobras executadas.
Uma coisa era certa: Todos queríamos andar nas piscinas que apareciam na Skateboarder Magazine! Tentando alguma coisa semelhante, eram construídas rampas em madeira, de maneira a ter transições (na época, radicais) que lembravam as piscinas, como está aos 50 segundos desse Super8:
Além dessas rampas, procurávamos por lugares onde seria possível fazer as manobras que queríamos, mas era difícil. Um desses lugares era a então chamada Piscina Coberta, que deixou de ser piscina e virou um ginásio. Atualmente é o Ginásio Claudio Coutinho, e quase sempre que íamos lá havia uma confusão com a administração que muitas vezes terminava com a apreensão dos skates pela polícia. Fotos atuais do lugar:
Ginásio Claudio Coutinho, que na década de 70 era uma piscina coberta
Bom, aí chegamos a hoje em dia! Melhorias muitas!!! YEAHHHHHH!!!!!
Hoje existem algumas pistas em Brasília, sendo em mais de uma tem pelo menos um bowl, que dá a mesma sensação daquelas piscinas americanas que víamos nas revistas. A que eu gosto mesmo, até porque é a que mais ando, é a que foi construída em Águas Claras, um bairro razoavelmente próximo de onde moro. Como comecei a andar nesse tipo de pista há muito pouco tempo, quase dá para contar nos dedos das mãos e pés o número de vezes que dei meu rolé, ainda sou muito ruim. Mas, ao mesmo tempo que toda e qualquer evolução é bem vinda, não estou atrás de ser o fera do bowl, mas somente de me divertir muito. E isso consigo, mesmo sem fazer bonito.
Outro dia fui lá e um amigo me filmou andando. Bateu um pouco da síndrome da câmera ligada, situação na qual a gente sempre desempenha pior do que o normal, mas tá bem próximo daquilo que consigo fazer. Ainda vou melhorar, mas sem a menor pressa!
Olha aí:
Vamos ver daqui a algum tempo como foi a evolução!!!