Estou escrevendo isto em Buenos Aires, bem longe de casa e também do skate. Vou estar de novo em casa depois de amanhã, quinta feira, e na sexta acho que vou dar pelo menos um rolé básico para matar a saudade.
Acho que este artigo (qual é o melhor nome para cada um desses “artigos” de um blog?) não vai estar no ar antes de eu chegar em casa, pois não tenho conexão aqui. Mesmo assim vou continuar a escrever como se estivesse no ar e cada artigo fosse para a página na hora em que acabo de escrever.
Nesses dias longe de Brasilia eu vi que realmente o skate faz mesmo parte do meu dia a dia, pois mesmo distante eu fiquei o tempo todo ligado no que estava acontecendo exceli da vontade de estar participando de tudo.
Não que eu trocaria o que vivi para estar lá em Brasilia. Nem pensar! Minha viagem foi boa demais, e ainda vou fazer de novo essa mesma viagem. O lugar é demais, as pessoas são muito bacanas, e a experiência é fantástica.
Mas agora eu estou mesmo é querendo dar meu rolé, e satisfazer minha fissura pelo vento na cara e os pés em cima de um shape bem desenhado e cortado no tamanho perfeito. Quero meu skate rolando no chão e aquele barulho da rodas e dos rolamentos a uma velocidade à frente, fazendo um zum zum a cada cavada.
Sábado está chegando e com certeza vão ter rolé, mas estou querendo antecipar e ir par o parque já na sexta.
Bom, vamos ver o que cai acontecer.
