Skateboard na veia!!

Estou escrevendo isto em Buenos Aires, bem longe de casa e também do skate. Vou estar de novo em casa depois de amanhã, quinta feira, e na sexta acho que vou dar pelo menos um rolé básico para matar a saudade.

Acho que este artigo (qual é o melhor nome para cada um desses “artigos” de um blog?) não vai estar no ar antes de eu chegar em casa, pois não tenho conexão aqui. Mesmo assim vou continuar a escrever como se estivesse no ar e cada artigo fosse para a página na hora em que acabo de escrever.

Nesses dias longe de Brasilia eu vi que realmente o skate faz mesmo parte do meu dia a dia, pois mesmo distante eu fiquei o tempo todo ligado no que estava acontecendo exceli da vontade de estar participando de tudo.

Não que eu trocaria o que vivi para estar lá em Brasilia. Nem pensar! Minha viagem foi boa demais, e ainda vou fazer de novo essa mesma viagem. O lugar é demais, as pessoas são muito bacanas, e a experiência é fantástica.

Mas agora eu estou mesmo é querendo dar meu rolé, e satisfazer minha fissura pelo vento na cara e os pés em cima de um shape bem desenhado e cortado no tamanho perfeito. Quero meu skate rolando no chão e aquele barulho da rodas e dos rolamentos a uma velocidade à frente, fazendo um zum zum a cada cavada.

Sábado está chegando e com certeza vão ter rolé, mas estou querendo antecipar e ir par o parque já na sexta.

Bom, vamos ver o que cai acontecer.

Snowboard, YEAHHHHH!

Consegui pelo menos tentar um rolé de snowboard! O negócio é bem mais difícil que o skate.

Tentei descer uma pequena ladeira, que é usada para ensinar que está começando, pelo menos quatro vezes. Digamos que foram quatro vezes. Assim foram quatro tombos, sendo que três deles de bunda no chão. O quarto tombo foi de frente, com as mãos apoiando o corpo.

Tive sorte de não machucar o pulso, mas a bunda ficou doendo. Uma das crianças que estava conosco caiu como eu e quebrou o braço.

Bom, pelo menos tentei! Vão haver outras vezes, e quem sabe consigo dar um rolé de responsa.

Férias do SK8

Hoje vou começar escrevendo sobre sk8, afinal isso aqui ainda é um blog sobre o carrinho. Mas logo vou mudar o assunto, e vocês vão entender o porquê disso.

Estou num lugar onde, quando decido vir para cá, tinha certeza que o skate ficaria longe dos meus pensamentos. Doce ilusão!

A decisão foi consciente, e o lugar escolhido a dedo: estou em Ushuaia, n extremo Sul da América do Sul, naquela que uma das duas ou três cidade que se auto intitulam a cidade mais austral do mundo. E todas as três estão aqui perto.

Bom, já estou aqui há alguns dias, e até agora tudo tem sido muito bom. Na verdade dizer que tem sido muito bom é ser humilde. O lugar é fantástico, com visuais incríveis e uma beleza ímpar.

Vou ter que escrever muito para poder descrever tudo o que tem acontecido. Como não sou muito de escrever, e como tem acontecido muitas coisas legais, vou ficar devendo. Talvez eu resolva dar uma palhinha bem econômica. Vamos ver.

Farofun dos Longbrothers

O grupo dos LongBrothers está ficando cada vez mais famoso! Hoje foi um artigo que saiu no site Over Mundo que falou dos Drops da Lua e do Farofun Julino dos LongBrothers.

Mas o assunto agora não é esse!

O drop de hoje foi absurdamente bom! Cheguei, como sempre, por volta das 10:00, e já fui direto pra ladeira pra um drop de aquecimento. Desci tranquilo, curtindo a sensação do surf no asfalto, dando uns carvings bem largos aproveitando toda a largura do eixão, Afinal, são sete faixas de rolagem pra ir de um lado pra outro.

Voltei conversando com o Arthur, que é sempre um bom papo, e pra subida do pico é melhor com um papo que só remando ladeira acima. Cheguei lá em cima e encontrei com vários amigos, os quais cumprimentei e ficou só nisso, pois a fissura pra mais um drop, dessa vez já aquecido, estava grande.

Antes do terceiro drop conversei com algumas pessoas, mas sem demorar muito pois quis sair o mais rápido possível para descer o pico mais uma vez.

Quando cheguei no topo da ladeira após esse terceiro drop ouvi alguém dizer que iria ter um bonde pra levar uma galera até o meio do eixão, na altura da 205, onde começa o descidão que vai até a 211. Da 211 até o local do farofun é uma subida muito suave, que é muito fácil de subir remando. Entrei na van na mesma hora, pois não podia perder esse drop!

Depois desse drop, quando cheguei no lugar do farofun nem parei: desci até o final do eixão mais uma vez, porque estava muito bom. Voltei remando para o farofun, e quando cheguei lá outro carreto pra 5 estava quase saindo. Ou seja, fui de novo pra mais um drop irado, de quase 3,5 quilômetros de extensão, sendo que 2 são uma descida grande e não muito íngreme, seguido de uns 800 metros de plano e o drop final do eixão que tem cerca de 700 metros de comprimento. Nesse mapa do Google Maps dá pra ver os dois drops, mas é bom colocar a imagem de satélite ao invés do mapa, pois as cores se confundem muito quando está no mapa.

Depois desse segundo drop teve mais um, que foi o melhor de todos: como já era mais do que hora de sair pra almoçar, o eixão estava bem vazio, sem as bikes que normalmente atrapalham o drop, pois a disputa pela pista é grande, e o drop acaba ficando perigoso.

Saí do eixão satisfeito e tranquilo com as duas semanas que vou ficar sem andar no carrinho. Espero conseguir colocar alguma coisinha aqui, mas acho que vão seu duas semanas de secura, com um monte de fotos depois!

Quase hora do Eixão

Hoje é dia de muuuuuito rolé! Dia de Eixão do Farofun dos LongBrothers.

Daqui a pouco saio de casa e vou para o rolé. Esse post vai ser atualizado mais tarde, e pretendo contar um pouco do que aconteceu lá no Eixão, mas agora quis colocar aqui um pouco da sensação que estou sentindo com o último rolé antes de viajar pra um lugar que, espero, vai ser absurdamente bom.

Mas o que pode ser absurdamente bom?

Cara, estou quase saindo pra ir pra Ushuaia, no sul da Argentina, em pleno inverno! O lugar normalmente é frio, e no inverno é de se esperar temperaturas muito abaixo de 0ºC, podendo chegar a -20ºC. E, claro, em um lugar como esse eu vou no dar pelo menos uma experimentada no rolé do snow board!

Já ouvi dizer que é muito fera, mas para mim talvez seja um pouco difícil, pois não consigo andar de fakie. Ou melhor, pra mim, no skate, não existe esse negócio de fakie! Eu sou goofy, e nunca consegui andar mais que uns dois metros de regular. E parece que no snow board o que não existe é a pessoa ter uma preferência por qual pé vai na frente do shape. Até por que o shape não tem frente!

Mas vamos ver. E isso vai ser depois do Eixão, que começa daqui a pouco!!!